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ECOLOGIA


Nós da Tudo Plástico Mercado Eletrônico somos preocupados com o meio ambiente e é justamente por isso que firmamos uma parceria com o IAR – Instituto Ambiental Reciclar, nesta página você vai poder se informar sobre vários assuntos relativos à reciclagem de materiais plásticos, soluções, estudos e a opinião de ambientalistas especialistas no tema.

Quem é o IAR?

Instituto Ambiental Reciclar - Organização Não Governamental de caráter sócio-ambiental

Temos como objetivo principal apoiar e desenvolver ações para a
defesa, elevação e manutenção do meio ambiente e da qualidade de vida do ser humano através de:

• Educação Ambiental
• Promoção de Projetos de Trabalho e Renda
• Oficinas de Artesanato de Recicláveis
• Assessoria Técnica em Gestão Ambiental
• Implantação de Coleta Seletiva
• Auditorias e Licenciamentos Ambientais
• Cursos de Capacitação na Área Ambiental
• Ecoturismo, Agroturismo
• Palestras, Seminários e Eventos
• Publicações

Membros

Diretora Geral: Rosangela Candida da Silva
Diretora Financeira: Gesielda Candida da Silva
Secretário: Antônio Galvão do Vale Braga
Suplente: Elizabeth Skiavini

Acreditamos fortemente que somos capazes de contribuir com ações concretas para a construção de um mundo melhor.


IAR - Instituto Ambiental Reciclar www.iar.org.br
Tel 021-2648-3820


Invasão de Plásticos nos Oceanos 01/04/08
Produção de Polímeros Verdes 24/04/08







INVASÃO DE PLÁSTICOS NOS OCEANOS 01/04/08



ESTUDO BUSCA SUPRIR FALTA DE DADOS SOBRE SITUAÇÃO QUE É GRAVE AMEÇA A VIDA MARINHA


Alexander Turra
Aruanã B. Manzano
Universidade de São Paulo

Auro Maluf
Instituo Costa Brasilis

Os grânulos plásticos, esferas de 1 a 5 mm de diâmetros de cores variadas, são a forma básica de comercialização do plástico usado em diversos produtos, de garrafas a eletrodomésticos. Mas eles são também uma ameaça ao ambiente marinho: depositando-se nas praias causando impactos estéticos, econômicos e ambientais. Embora o conhecimento no mundo seja razoavelmente amplo, não a dados sobre os grânulos plásticos no Brasil. Para mudar esta situação cientistas estão realizando estudos em pontos estratégicos de praias de Santos, no litoral paulista. Os resultados ajudarão no controle da poluição ambiental local e na criação de estratégias para avaliar a situação no resto do país.
Por ser durável, leve e barato e poder ser transformado em produtos variados, o uso do plástico não para de crescer. Apenas nos Estados Unidos, a produção de plástico passou de2,9 milhões de toneladas em 1960, para 21,7 milhões em 1985. E essa abundância tem criado vários problemas ambientais.
No caso dos grânulos plásticos que chegam aos oceanos, os problemas estão relacionados principalmente à ingestão pelos animais que, com isso, podem apresentar bloqueio intestinal, redução na absorção de nutrientes ou ter uma falsa sensação de saciedade, levando à morte por inanição. Além disso, muitas vezes, os compostos adicionados industrialmente aos grânulos (apara alterar propriedades estéticas, por exemplo) podem ser tóxicos e causar problemas hormonais nos organismos marinhos e, indiretamente, nos humanos que os consomem.
Embora não sejam esteticamente desagradáveis como outros resíduos (as vezes sequer são percebidos), os grânulos ganham destaque por sua quantidade e persistência no ambiente. Eles estão presentes em todos os oceanos e praias do mundo, inclusive em locais remotos. Estudos da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos realizados de 1988 a 1991 mostram que grânulos plásticos são um dos itens poluidores mais freqüentes em 13 de 14 portos analisados no país. Em uma praia da Nova Zelândia chegou-se a registrar a presença de 100 mil grânulos por Km. No Brasil, os poucos dados sobre os grânulos foram obtidos por meio de registros informais e para poucas áreas: sabe-se que estão presentes em áreas costeiras de São Paulo (inclusive em unidades de conservação), do Paraná e do Rio Grande do Sul.

Nas praias de Santos
Particularmente em Santos (SP) os grânulos são muito abundantes. A grande atividade industrial da região, que abriga o maior porto da América Latina, e a presença de várias refinarias e indústrias petroquímicas favorecem a emissão do material para o ambiente. E a abundante rede de drenagem local potencializa o problema levando-os para o oceano.
Diante desse quadro, o Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP) desenvolve, em parceria com o Instituto Costa Brasilis, uma organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP), um projeto para reunir informações sobre a distribuição, composição e fonte de emissão dos grânulos, através de coletas e análises em pontos estratégicos das praias da região.
Os dados preliminares mostram que os grânulos se acumulam na porção mais alta da praia atingindo densidades que podem ultrapassar 10.000 por m³ de areia da praia. Porém, é também comum encontrar grânulos na linha d”água. A abundancia varia ao longo das praias da enseada de Santos, o que pode ser explicado pelo padrão de circulação de correntes. Além disso, segundo informações obtidas na região do porto, os grânulos são usados com freqüência para auxiliar na limpeza de porões e tanques de navios, sendo depois descartados no mar. Também é possível que ocorra perda acidental do material, pelas indústrias do setor de plástico da região, para o estuário, por onde chegaria ao mar.
Os resultados finais desse estudo permitirão futuras investigações sobre a distribuição dos grânulos nas praias do Brasil. Os dados, ao serem cruzados com informações sobre balneabilidade e urbanização, poderão ser úteis como um indicador alternativo do grau de alteração de praias e ambientes costeiros. O estudo também auxiliará governos municipais e estaduais de locais com áreas costeiras, assim como os órgãos de proteção ambiental e o setor privado, na avaliação dos métodos de produção, processamento e transporte dos grânulos e na determinação de medidas para controle e prevenção da sua liberação no ambiente. A participação de todas essas instâncias desejável, é necessária para evitar que o problema atinja, no Brasil, os níveis já observados em outras áreas do mundo.
Fonte: IAR - Instituto Ambiental Reciclar www.iar.org.br


Produção de Polímeros Verdes 24/04/08

Braskem alcança novo avanço tecnológico para produção de polímeros verdes

Nova rota tecnológica com buteno verde permitiu à empresa fabricar o primeiro polietileno linear a partir de matérias-primas 100% renováveis

A Braskem anuncia o primeiro polietileno linear certificado do mundo feito a partir de matérias-primas 100% renováveis, confirmando sua liderança tecnológica na produção de polímeros verdes e seu compromisso com o desenvolvimento sustentável. Essa conquista foi obtida através do desenvolvimento de tecnologia com utilização do biobuteno, que vai permitir à Braskem ampliar sua linha de polietilenos verdes.

O anúncio representa um novo marco no programa de desenvolvimento de biopolímeros pela Braskem, iniciado em junho de 2007 com o lançamento da primeira resina verde, o polietileno de alta densidade, destinado a mercados que exigem produtos com desempenho e qualidade superiores, com destaque para a indústria automobilística, de embalagens alimentícias, cosméticos e artigos de higiene pessoal.

O desenvolvimento do polietileno linear está alinhado com a estratégia da companhia de melhoria de competitividade e de criação de valor por meio da tecnologia e inovação. "Esse feito demonstra mais uma vez a capacidade das nossas equipes de estar na vanguarda na pesquisa de tecnologias de ruptura", afirma José Carlos Grubisich, presidente da Braskem. "Além disso, reforça o nosso compromisso em promover o desenvolvimento sustentável, em sintonia com as aspirações da sociedade em prol de iniciativas que contribuam concretamente para a redução da emissão de gás carbônico na atmosfera".

O polietileno linear recebeu certificação de um dos principais laboratórios internacionais, o Beta Analytic, atestando que o produto foi feito a partir de matéria-prima 100% renovável, e seu registro de patente já foi depositado pela companhia. O novo biopolímero foi desenvolvido no Centro de Tecnologia e Inovação Braskem, o mais moderno e bem equipado do setor na América Latina, com ativos tecnológicos de R$ 330 milhões, incluindo 8 plantas piloto.

Antonio Morschbacker, responsável técnico por biopolímeros na empresa, explica que esse desenvolvimento representa um importante salto tecnológico para a Braskem, já que a produção do polietileno linear verde exige a utilização de um segundo monômero (moléculas usadas como matéria prima para fazer o polímero) de fonte 100% renovável. Ou seja, além do eteno de cana-de-açúcar, tecnologia já dominada pela Braskem, os pesquisadores precisaram elaborar uma nova rota tecnológica que permitisse obter buteno com alto rendimento de matéria-prima renovável.
Fonte: IAR - Instituto Ambiental Reciclar www.iar.org.br
















 

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